terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Beijo nu


"Deixa o seu ser mudo me fazer falar, pois eu vou despir a alma e afogar a calma salivando o beijo teu."



terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Não me reconheço mais olhando as fotos do passado.


Comecei o ano um pouco reflexiva. Nada mais clichê que isso, não é mesmo?!

Mas acho que muitas coisas influenciaram nessa espécie de "meditação". Coisas como a idade em que me encontro e o que quero ser quando tiver mais idade ainda. Nuca quis muito saber o que eu seria quando crescesse, mas sempre pensei como eu seria. E hoje não sei se já sou o que eu queria ser. Então tenho pensado no que devo fazer para chegar lá.


Descobri algo muito importante há bem pouco tempo atrás. Descobri que posso sim mudar de opinião, de rumo, de roupa, de gosto, de lugar no ônibus, de restaurante, de perfume, de cidade, de lado que durmo na cama, o sabor da pizza, de número de celular, de corte de cabelo etc.

Hoje vejo que minhas preocupações mudaram de foco e consigo desenvolver uma visão mais ampla sobre um problema.


Mas para que essa transformação não se torne um trauma, aqueles que me cercam devem ser compreensivos, pois se entendermos que os amigos mudam não precisaremos mudar de amigos.

Meu caráter é o mesmo. E ainda sou chata. Tem coisas que simplesmente nunca mudam, não é mesmo?!


Agora trabalho em poder falar o que sinto. Sempre reservando o próximo do que irei dizer. Não posso simplesmente desabafar e esperar que o outro concorde e não se magoe. Toda essa coisa de relacionamento é bem complexa e não tinha como não ser.

A junção de dois universos diferentes e complexos só pode dar em conflito. Porém, após esse turbulento primeiro momento as coisas começam a se encaixar. E se você souber aproveitar bem o que o outro tem de melhor vira tudo uma grande soma.


Outra coisa muito importante que percebi é que eu também posso errar. E posso tentar consertar ou não. Faço como eu quiser, pois os erros são meus, a vida é minha e quem escolhe agora sou eu!

domingo, 12 de abril de 2009

O que será que será?


Faz tempo que não passo por aqui. E isso não significa que não tenho o que dizer, mas não sei o que dizer. Minha vida se tornou um turbilhão do fim do ano para cá e acho que ainda tô organizando algumas coisa.
Começo a perceber que estou me descobrindo mais. Me permitindo mais. Vejo que eu posso querer algo, por mais impossível que aquilo pareça. E para minha surpresa, um dia a "coisa" chega até mim.
Tenho olhado fotos antigas e percebido que algo realmente se transformou aqui.
Pessoas importantes, ou que se tornaram importantes por um determinado momento, tiveram influência direta nisso tudo.
Cada vez mais vejo a necessidade que sinto do outro. A necessidade que sinto de tocar e sentir.
Sinto falta de lugares que não conheço. Me importo com gente que nunca vi.

Estou terminando a leitura de Cidade do Sol e pude perceber através daquelas páginas que não há limite no ser humano. Seja lá para o que for, não há limite.
Quando você acha que já viu maldade, ele ainda pode ser pior.
Quando acha que esse é o limite da dor. Ele ainda suportará coisas muito piores.

Mas não quero um texto down. Fatalmente não será um texto alegre.
Na verdade nem sei se será um texto. Será algo escrito sem ser percebido.

Beijos...

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

]|universo compartilhado|[


Cara, as pessoas estão sem noção no espaço sideral! Às vezes me pergunto se isso só tem acontecido comigo.
Essa nova onda de som com os Ipods, celulares que tocam MP3 e até mesmo os fones de ouvido em alto volume está me enlouquecendo.
As pessoas realmente acreditam que quando elas ligam aquele celular, que de longe mais parece um gato miando, uma grande bolha acústica brota automaticamente ao redor delas! Já passei por essa experiência 2 vezes, onde pessoas sem noção realmente acreditavam que aquele som irritante saía daquele pequeno aparelho e seguia diretamente e unicamente para os seus ouvidos. Sabe, como cachorros que seguem seus donos?

Eu sei que a educação no país não é lá grande coisa, mas o mínimo da física deu pra aprender no ensino médio. Ou deveriam ter reforçado pelo menos essa parte que explica que o som se propaga no ambiente.

Hoje foi demais. O individuo que sentou atrás de mim no ônibus realmente acredita que ele é o próximo ídolo do Brasil! Eu, tentando me concentrar numa boa leitura de engarrafamento, me senti obrigada a me deslocar para outro banco - o que não adiantou muita coisa - tentando evitar aquele ruído perturbador.

Nada disso faz sentido! Eu pago a mesma passagem e não tenho direito ao meu silêncio só porque o mal educado ao meu redor quer barulho. Já fico imaginando cada pessoa em seu banco ligando seu aparelho musical em uma emissora. Isso até chegar o IPhone na mão desses monstrinhos. Aí eu realmente vou comparar um porquinho e juntar uma graninha para comprar um silêncio de 4 rodas só para mim! :)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Tic-Tac


Saber o que fazer com o tempo é algo complicado. Normalmente nós fazemos mau uso do nosso tempo. Pudera! Temos, por prática, por costume, usarmos muito aquilo que acreditamos ser escasso. Só percebemos que não temos mais tempo quando já estamos atrasados ou envelhecemos. Isso não é uma crítica, apenas uma observação.
Sinto como se meus dias começassem e terminassem sem que eu tivesse controle e isso me incomoda.
Amores passam com o tempo, dores passam com o tempo, perfumes evaporam com o tempo, mas tudo isso é relativo.
PQP! Ele ainda é relativo!
Por que o tempo não passa rápido quando estamos esperando uma pizza?
Aquilo parece uma eternidade! Sinto como se o pizzailo ainda estivesse esperando o fermento fermentar!
Mas é incrível. Dê um beijo. Mas falo de um beijo verdadeiro, com alguém verdadeiro. O mundo poderia terminar ao seu redor e você só queria continuar sentindo aqueles lábios. Mas esse tempo passa rápido. Logo ele (a) irá te deixar. Precisa pegar um ônibus, a barca, sei lá! Fato, a pessoa está atrasada. E o tempo que acabou de passar tão rápido, agora irá se arrastar até o próximo beijo.
Tempo relativo?! Às farvas!

sábado, 4 de outubro de 2008

Desventuras em Série

Na verdade, ainda não sei o porquê desse blog. Espero descobrir em breve. Às vezes tenho essa vontade estranha de escrever não sei pra quem, sei lá o quê. E quando ela não passa deixo para ver onde vai dar.

Gostaria de compartilhar um daqueles dias que a gente se pergunta "Por que foi que eu saí da cama?".
Bem, acordei bem cedo naquela segunda-feira (será que esse hífen também caiu com as novas regras?). Mas como eu já disse era segunda e ela já é famosa por seus irritantes engarrafamentos, que só fica pior quando se está em pé no busão. Este era o meu caso. Era segunda, peguei engarrafamento e estava em pé. Então pensei isso não vai me abalar. Tenho certeza que terei um dia melhor :)

Pura ilusão. Logo cedo já levei uma chamada daquelas da minha chefe. Para falar a verdade, não entendi isso muito bem até agora. Ok, a vida continua. Essa não foi a primeira vez e nem será a última da minha vida. Logo estarei melhor.

Para que entendam melhor a próxima desventura preciso dizer que fui furtada há pouco tempo. Eles levaram minha bolsa com tudo. Dos docs à câmera digital.

Ok!

Voltando ao meu dia feliz :)
Saí do estágio e só queria chegar em casa e ouvir uma boa explicação da vivo que estava com um atraso de dois dias para a entrega do meu aparelho celular comprado na Vivo Virtual.
Cansada, com fome e ainda sem entender a bronca, resolvi ligar para vivo. Depois de quase meia hora de tentativa de falar com um atendente, enfim consigo. Uhoou!
Mas calma, nem tudo são flores. Descobri que meu celular jamais chegaria em minhas mãos, pois um indivíduo com o nome de Ricardo havia recebido minha encomenda. Acho que seis dias depois, não havia possibilidade de ser o caso de um simples esquecimento. Fui furtada novamente!
Nessa brincadeira, foram quase duas horas para resolver essa história (percebi, então, que existem pessoas más de verdade nesse mundo).

E quando pensei que aquele dia terrível já havia terminado, que eu poderia assistir ao menos o último bloco da novela das 20h (que começa às 21h), resolvi pegar uma coberta antes de me atirar naquele maravilhoso sofá que me esperava. Foi esse o meu erro. Ou será que foi meu acerto?
Aqui em casa, mantemos a porta da copa fechada para evitar visitantes indesejáveis: os roedores.
Então, ao abrir a porta do quarto, que ainda estava com a bendita janela aberta, dou de cara com o Jerry em cima da minha cama!! Lembra daqueles gritos pavorosos dos filmes de terror? Foi um desses que soltei.

PQP! Aquele bicho me deu um trabalho absurdo. Dali, lá se foi o resto da minha novela, meu descanso, lá se foi um hora de Tom & Jerry. Dessa vez o Tom foi mais esperto e me livrei daquele que roeu a roupa do rei de Roma. Uffa!

Bom só me restou assistir a Tela quente. Achei até que o filme lembrava o meu dia.
Chamava "Desventuras em Série". Não é familiar?

Beijo pessoas!